18/09/2006 - n. 2654PORTO ALEGRE 2006
XXXIII
ENCONTRO DOS OFICIAIS DE REGISTRO DE IMÓVEIS DO BRASIL
Posse solene do novo
presidente: um sonho de transformação que se renovaNa
cerimônia de abertura oficial do
XXXIII Encontro dos Oficiais de Registro de
Imóveis do Brasil, no último sábado, 16 de setembro, às 20h, no auditório
do Hotel Sheraton Porto Alegre, a presidência do Instituto de Registro Imobiliário
do Brasil, IRIB, passou, solenemente, das mãos de Sérgio Jacomino para as de Helvécio
Duia Castello.
O mesmo sentimento de confraternização e união dos fundadores
do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, cujo ideal era “contribuir para
a ampliação de conhecimentos profissionais, elevação da cultura jurídica em geral
e a
modernização de metódos de trabalho” (
Boletim do Irib 1, set./1976),
tomou parte na festividade de abertura do XXXIII Encontro, no discurso de despedida
do ex-presidente Sérgio Jacomino e no discurso de posse do presidente Helvécio
Castello.
 |
Depois
da interpretação do Hino Nacional pela cantora Fátima Gimenez, foram chamados
para a composição da mesa os doutores Helvécio Duia Castello, presidente do IRIB;
Armênio Oliveira dos Santos, secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano
do Rio Grande do Sul, representando o governador Germano Rigotto; Vasco Della
Giustina, desembargador vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio
Grande do Sul; Armando Antônio Lotti, subcorregedor-geral do Ministério Público,
representando o procurador-geral de Justiça do Rio Grande do Sul; Jorge Luís Dall’Agnol,
desembargador corregedor-geral da Justiça do Estado do Rio Grande do Sul; Sérgio
Jacomino, presidente do IRIB no período 2002/2006; João Pedro Lamana Paiva, vice-presidente
do IRIB e coordenador do XXXIII Encontro dos Oficiais de Registro de Imóveis do
Brasil; João Figueiredo Ferreira, vice-presidente da União Internacional do Notariado
Latino-americano para a América do Sul; José Flávio Bueno Fischer, presidente
do Colégio Notarial do Brasil; Marino de Castro Oteiro, representando o presidente
da Ordem dos Advogados do Brasil, seção do Rio Grande do Sul.
Também participaram
da solenidade de abertura os doutores Antônio Carlos Antunes do Nascimento e Silva,
juiz titular da Vara de Registros Públicos, representando o diretor do Foro de
Porto Alegre; Paulo Heinrich, presidente do Colégio Registral do Rio Grande do
Sul; Sérgio Afonso Manica, presidente do Colégio Notarial do Brasil, seção do
Rio Grande do Sul; Carlos Fernando Westphalen Santos, ex-presidente do IRIB; Ítalo
Conti Júnior, ex-presidente do IRIB; Lincoln Bueno Alves, ex-presidente do IRIB;
Carlos Alberto Aita, presidente do Sindicato das Indústrias de Construção do Estado
do Rio Grande do Sul – Sinduscon/RS; Carlos Fernando Reis, presidente do Sindicato
dos Registradores Públicos do Estado do Rio Grande do Sul; Jacy Franco Moreira
Ribas, presidente do Sindicato Notarial do Estado do Rio Grande do Sul; Flor Edison
da Silva Filho, presidente da Associação Gaúcha dos Advogados de Direito Imobiliário
Empresarial – Agade; Moacir Schukster, presidente do Sindicato da Habitação do
Estado do Rio Grande do Sul, Secovi/SP.
O IRIB agradeceu publicamente aos
apoiadores da realização do XXXIII Encontro dos Oficiais de Registro de Imóveis
do Brasil no Rio Grande do Sul: Ministério Público do Estado do Rio Grande do
Sul; Colégio Registral do Rio Grande do Sul; Colégio Notarial do Brasil, seção
do Rio Grande do Sul; Corregedoria Geral da Justiça do Rio Grande do Sul; Escola
Superior da Magistratura; Fundação Escola Superior do Ministério Público; Associação
dos Juízes do Estado do Rio Grande do Sul; Câmara e-net; Sindicato das Indústrias
de Construção do Estado do Rio Grande do Sul, Sinduscon; Sindicato da Habitação
do Estado do Rio Grande do Sul, Secovi/SP.
Leia, a seguir, os pronunciamentos
do coordenador do evento, João Pedro Lamana Paiva, do ex-presidente do IRIB Sérgio
Jacomino e do presidente Helvécio Castello.
“No Brasil, cerca de 50%
dos imóveis estão na clandestinidade, o que não contribui para o desenvolvimento
do país” – João Pedro Lamana PaivaExcelentíssimas
autoridades já nominadas pelo protocolo, caros colegas, minhas senhoras e meus
senhores.
Depois de 29 anos, Porto Alegre, a capital dos gaúchos, volta
a ser sede de mais um Encontro do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil,
agora com uma diferença, serão três eventos num só.
1. XXXIII Encontro
dos Oficiais de Registro de Imóveis do Brasil, que reúne registradores brasileiros
e estrangeiros, profissionais e estudiosos do Direito imobiliário, para um grande
intercâmbio internacional de conhecimentos.
2. I Seminário Luso-brasileiro
de Direito Registral, cujo objetivo é o aprimoramento dos conhecimentos sobre
os sistemas registrais brasileiro e português, em especial as constrições judiciais:
penhora, arresto, seqüestro e indisponibilidade de bens.
3. Exposição
RI
– 160 anos bem registrados, para comemorar a criação do registro de imóveis
no Brasil, com o advento da Lei Orçamentária 317, de 21 de outubro de 1843, regulamentada
pelo decreto 482 de 14 de novembro de 1846.
O que queremos transmitir com
esses eventos é a importância do registro imobiliário para a sociedade.
No
âmbito socioeconômico, a relevância do registro está na regularização fundiária.
No Brasil, cerca de 50% dos imóveis estão na clandestinidade, o que não contribui
para o desenvolvimento do país, uma vez que imóvel
imatriculado não outorga
dignidade ao ser humano, não permite o registro de sua propriedade, não lhe traz
segurança, além de não gerar riquezas e desenvolvimento econômico para o país,
proporcionado por rápido acesso rápido ao crédito e geração de impostos.
Mecanismos
legais para isso já temos. Basta o trabalho conjunto dos entes públicos, mediante
a integração dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, Ministério Público,
registradores, notários e todos os demais interessados. De nada adianta o governo
lançar medidas de incentivo para o crédito imobiliário se não existe mercadoria
disponível, ou seja, imóveis matriculados.
Desejo a todos que aproveitem
ao máximo este grande evento, especialmente idealizado para os registradores imobiliários
e para os demais profissionais do Direito. De 16 a 21 de setembro, Porto Alegre
será a capital nacional do registro da propriedade imobiliária.
Agradeço
a todas as entidades apoiadoras, que contribuíram sobremaneira para este encontro,
bem como ao eminente colega, doutor Oly Érico da Costa Fachin, um exemplo para
os registradores prediais brasileiros.
Sejam bem-vindos, queridos amigos.
Sejam
felizes e saibam que o Rio Grande do Sul os recebe de braços abertos.
Para
encerrar, deixo a citação de Sidonie Colette: “só fazemos bem aquilo de que gostamos.
(...) De que serve a aplicação onde é preciso a inspiração”.
“Em tive
um sonho de mudanças. Um sonho de renovação” – Sérgio JacominoEu
tive um sonho...
Um dia, há muito, tive um sonho. Um lindo sonho de realizações,
um lindo sonho de transformações.
Sonhei que o Registro despertava de um
sono profundo, tranqüilo e duradouro. Vi que despontava em tímidos movimentos
o impulso de renovação. Logo se faria mais firme, mais rápido e intenso, seguro
e certo. Um registro que atingindo afinal o termo de um longo ciclo, agitava-se
agora em ondas de transformação.
Em tive um sonho de mudanças. Um sonho
de renovação.
Estava em minhas mãos tocar este velho companheiro, impulsioná-lo
tão suavemente quanto pudesse para ajudá-lo a realizar seu grande destino.
Mas
quem sou eu, meus queridos companheiros?
Como o poeta, poderia dizer:
Não
sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso,
tenho em mim
todos os sonhos do mundo".
Eu tive o sonho de mudar
o registro de imóveis no Brasil.
Um humilde sapateiro sonhava e simplesmente
se olvidava de suas sandálias.
Meus amigos, eu tive um sonho. E nele acreditei
profundamente.
É chegada a hora de lhes entregar, nas mãos de meu sucessor
doutor Helvécio Duia Castello, realizando o mais profundo e verdadeiro sentido
da tradição, o que pude fazer ao longo desses anos todos, confiado que além do
Bojador, muito além de toda a dor, pode estar enfim... um novo começo. Talvez
um novo sonho. Uma nova esperança que se renova, um novo registro.
Desejo-lhe
toda a sorte nesta travessia, meu caro amigo, de poder também realizar um novo
e lindo sonho de registro!
“O IRIB é a casa do registrador brasileiro”
– Helvécio D. CastelloPrezadas
senhoras, prezados senhores,
Boa noite!
Bem-vindos ao XXXIII Encontro
dos Oficiais de Registro de Imóveis do Brasil.
Uma vez que a programação
dos três eventos simultâneos já contempla, em sua vasta e bem elaborada agenda,
temas de caráter técnico, razão de nossa presença aqui, pretendo falar um pouco
sobre o passado recente e os desafios que decidimos enfrentar, ao lado dos meus
colegas dirigentes do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, ao assumir
a presidência da instituição.
Porém, não poderia deixar de, antes, saudar
os participantes que aqui residem, assim como a todos os demais presentes, dizendo-lhes
do nosso prazer ao rever Porto Alegre, cidade-capital de um dos estados brasileiros
mais desenvolvidos e conhecidos, não só por sua privilegiada geografia, por seus
atributos socioeconômicos e culturais, mas, principalmente, pela generosa hospitalidade,
característica do seu povo, reconhecida por todos que visitam o Rio Grande, como
turistas ou a trabalho.
Aos gaúchos, portanto, nosso abraço fraterno e
nossa gratidão pela acolhida que tanto nos honra.
Ao iniciar este discurso,
perante tão seleta, e internacional audiência, quero ressaltar que o faço a exatos
61 dias da comemoração dos 160 anos de existência do Registro de Imóveis no Brasil,
fato ilustrado neste encontro com uma oportuna e histórica exposição. Como marco
histórico, reportamo-nos ao início de uma prática pioneira, que guardamos com
o devido zelo e a mais plena consciência de sua histórica importância.
Para
todos nós, que compreendemos a indispensável importância da nossa Instituição
para a Nação e o Estado brasileiros, em áreas as mais diversas, entre as quais
ressalto a geração de emprego e renda, fruto de um permanente e árduo trabalho
para viabilizar a regularização jurídica dos imóveis brasileiros
Autor
que dispensa apresentações, o jurista peruano Hernando de Soto afirma, com a sabedoria,
a objetividade e a simplicidade típicas dos grandes estudiosos, que “(...) os
imóveis somente são geradores de riqueza para o país se estiverem regularizados.
Na clandestinidade jurídica eles não contribuem para promover o progresso e a
geração de emprego e renda...”
Portanto, para nós, conscientes que somos
da importância histórica que o Instituto de Registro Imobiliário do Brasil representa
para o país, cabe refletir e agir sobre esse fato, com dedicação e elevado espírito
público, para que o Instituto, que sempre foi, torne-se, cada vez mais, conhecido
e reconhecido como a verdadeira
casa do registrador brasileiro.
Para
nós, que temos plena consciência dos enormes esforços empreendidos pelos seus
ilustres fundadores, em 1974, é de máxima urgência que, diante do avanço tecnológico
e das várias necessidades por ele geradas, especialmente na última década, envidemos
todos os esforços e nosso máximo empenho para adequarmo-nos a essa evolução.
É
impossível falar do nosso Instituto sem deixar transparecer o sadio orgulho que
cultivamos por tudo aquilo que foi feito pelos dignos e dedicados registradores
que nos precederam. Todos os membros do novo quadro diretor têm conhecimento dos
muitos e variados obstáculos que foi preciso enfrentar.
Sabemos que todos
foram, literalmente, audaciosos desbravadores.
Sabemos que, sem sua dedicação
e perseverança, hoje não estaríamos aqui.
Da mesma forma, é impossível,
hoje, falar do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil sem listar tantas e
tão urgentes necessidades, para adequarmo-nos aos novos tempos e às suas conseqüentes
exigências.
A sede do nosso Instituto funciona, atualmente, em três pequenas
salas – uma própria e duas alugadas – que, juntas, não somam 80 metros quadrados.
Tal fato impede-nos de proporcionar aos colegas, usuários, convidados e visitantes,
um atendimento minimamente confortável; uma recepção que possamos, sequer, qualificar
como digna da grandeza do IRIB.
Precisamos de uma nova sede. No mesmo local,
já identificamos uma oportunidade para adquirir salas que satisfaçam as necessidades
de todos. Refiro-me ao Conjunto Nacional, localizado na Avenida Paulista, dois
ícones de São Paulo, uma das cinco maiores metrópoles do mundo.
Nossa primeira
intenção é modernizar o Instituto. Equipá-lo, mobiliá-lo e municiá-lo, assim como
aos registradores, com ferramentas fiscais e legais condizentes com a qualidade,
e agilidade, da atual demanda. E que permitam deixar fluir, de forma natural,
simultânea, e eficaz, a evolução, tanto tecnológica quanto jurídica, que nos permitirá
contribuir, efetivamente, para o desenvolvimento e progresso do país.
É
necessário, e urgente, que trabalhemos com a maior agilidade possível para a regularização
jurídica dos imóveis brasileiros. Não menos importante, é a nossa interação com
os poderes constituídos. Estreitar nossas relações com o Judiciário, o Legislativo,
e o Executivo é uma de nossas prioridades.
A inclusão digital, por exemplo,
é uma realidade em vários setores das áreas públicas e privadas do país. É da
maior importância que o sistema registral brasileiro acompanhe essa evolução.
Merece
destaque o fato de que o Instituto de Registro Imobiliário do Brasil passou a
dialogar com os poderes constituídos e com as instituições representativas dos
principais setores econômicos do país, colaborando, de forma construtiva e decisiva,
para a modernização da Legislação e a remoção dos entraves jurídicos que impedem
a efetiva circulação da riqueza representada pelos ativos imobiliários.
Quanto
mais rápida e juridicamente seguras forem as transações imobiliárias em nosso
país, menor será seu custo e maior a geração de riqueza para o Brasil.
Nosso
Instituto tem participado ativamente da formatação de soluções de padronização
normativa em todo o país, para evitar que casos idênticos venham a ser tratados
de forma diferente em cada estado ou comarca. Uma correta padronização procedimental
irá gerar a simplificação documental que, por sua vez, produzirá a redução dos
custos financeiros que envolvem os processos de financiamentos imobiliários.
Um
passo importante já foi dado com a parceria firmada entre nosso Instituto e a
Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), que abre caminho
para a extensão do sistema de registro eletrônico para todo o Brasil.
Respaldado
pela MP 2.200-2/01, o sistema de ofício eletrônico foi desenvolvido para atender
à demanda de informações registrais feitas por diversos órgãos do poder público.Para
se ter uma idéia, somente em São Paulo, são feitas, diariamente, milhares de solicitações
de certidões. A base de dados do sistema Arisp/IRIB contém os CPFs e CNPJs de
proprietários, ex-proprietários e titulares de direitos de imóveisregistrados
a partir de 1976.
Por meio do ofício eletrônico, mediante o uso de certificação
digital ICP-Brasil, o juiz trabalhista, por exemplo, poderá solicitar as certidões
referentes ao devedor-executado e obtê-las num prazo máximo de cinco dias.
Em
entrevista à Imprensa, o presidente da Associação dos Registradores Imobiliários
de São Paulo, Flauzilino Araújo dos Santos, discorreu com otimismo sobre o convênio
firmado com nosso Instituto:
"Trata-se da criação de um Centro de
Serviços EletrônicosCompartilhados, que tem por objetivo oferecer, às entidades
públicas e privadas, informações eficientes, rápidas e seguras sobre os processos
registrais".
Ao referir-se, mais detalhadamente, ao projeto em desenvolvimento,
resultante do Convênio firmado com o TRT-SP, explicou:
"O Ofício Eletrônico
vai simplificar e agilizar os processos de execução do Tribunal Regional do Trabalho
(TRT), uma vez que o sistema oferece verificação instantânea da informação, além
de proporcionar economia no consumo de papel e redução de gastos com envelopes
e remessas".
"O juiz trabalhista saberá, em tempo real, se determinado
devedor possui ou não bens registrados em um dos dezoito cartórios de registro
de imóveis da capital. Em caso positivo, a certidão eletrônica será remetida ao
tribunal no prazo máximo legal de cinco dias".
Por sua vez, os juizes
do TRT da 2ª Região receberão o devido treinamento para operar o sistema e serão
cadastrados para utilizá-lo como suporte nas execuções trabalhistas.
Com
a integração eletrônica e a simplificação e padronização procedimental, o “risco
bancário” diminuirá sensivelmente, fomentando o aumento na demanda e nos financiamentos,
criando-se, assim, um autêntico e promissor
círculo virtuoso!
Nós,
dirigentes do Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, eleitos para o triênio
a encerrar-se em 2009, temos plena consciência de que abraçamos uma tarefa de
grandes dimensões, cujo sucesso depende do esforço, dedicação e permanente empenho
de cada um de nós.
A causa é nobre e a tarefa não menos: contribuir para
o desenvolvimento da economia do país graças ao incremento da atividade imobiliária!
Que
Deus continue a nos ajudar. Que cada registrador caminhe conosco, disposto a construir
um futuro digno, justo e próspero, sem abandonar a esperança e a certeza de que
um outro Brasil é possível!
Sem jamais esquecer que o Instituto de Registro
Imobiliário do Brasil
é a casa do registrador brasileiro.Grato
pela atenção.
Boa noite.
Ao encerrar seu discurso, o presidente
Helvécio Castello pediu licença para dar um último recadoO Sérgio
sonhou com o registro. Esse sonho de realização que ele teve está se tornando
realidade.
E para felicidade de todos nós, para minha felicidade pessoal,
nosso ex-presidente Sérgio Jacomino continuará no Instituto de Registro Imobiliário
do Brasil, para fazer aquilo que ele sempre soube fazer com maestria, a coordenação
editorial, científica, literária, e, principalmente, as relações internacionais
do IRIB com o Cinder, com o Comitê Latino-americano, com tantas quantas sejam
as necessidades internacionais e se voltem para o aperfeiçoamento do sistema registral,
com o incremento da segurança jurídica, rapidez, agilidade e simplificação, que
é a mola propulsora do desenvolvimento. É preciso que façamos com que os ativos
imobiliários passem a produzir riqueza, passem a gerar emprego e renda. Muito
obrigado.”
Hino do Rio Grande do Sul encerra a cerimôniaA
platéia foi convidada a ouvir o hino rio-grandense com a cantora Fátima Gimenez,
que foi acompanhada com entusiasmo patriótico pelos gaúchos, o que encantou e
emocionou os congressistas.
A seguir, foi oferecido um coquetel de recepção
para a confraternização de todos os colegas e demais participantes do XXXIII Encontro
dos Oficiais de Registro de Imóveis do Brasil.