07/06/2006 - n. 2470Veja
nesta edição: CONVÊNIOS IRIB
IRIB
renova convênio com MPRS e celebra acordo com Escola Superior da Magistratura
e Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul
Pela
terceira vez IRIB renova convênio com Ministério Público do Rio Grande do Sul
IRIB
firma convênio com Escola Superior da Magistratura e Associação dos Juízes do
Rio Grande do Sul para a capacitação e atualização profissional dos integrantes
das entidades
Diretora
do IRIB participa de Encontro promovido pelo ColNot-BR em Porto Alegre
CONVÊNIOS IRIBIRIB renova convênio com MPRS e celebra
acordo com Escola Superior da Magistratura e Associação dos Juízes do Rio Grande
do SulO presidente do Irib Sérgio Jacomino, a diretora de regularização
fundiária do Irib, Patricia Ferraz, e o diretor acadêmico do IRIB/ENR, João Pedro
Lamana Paiva participaram da solenidade de assinatura de mais dois convênios do
Instituto, em Porto Alegre: um deles renova o acordo de colaboração técnica com
o Ministério Público do Rio Grande do Sul e o outro firma a colaboração entre
o Irib, o Colégio Registral do Rio Grande do Sul, o Colégio Notarial do Brasil,
Seção do Rio Grande do Sul, o Colégio Notarial do Brasil, Conselho Federal, a
Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul, Ajuris, e a Escola Superior da Magistratura.
Pela
terceira vez IRIB renova convênio com Ministério Público do Rio Grande do SulO
Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, Irib, o Ministério Público do Estado
do Rio Grande do Sul e a Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado
do Rio Grande do Sul renovaram convênio de cooperação técnica e científica com
o objetivo de debater temas, interpretar e aplicar normas e dispositivos legais
concernentes às questões registrárias na área de habitação e urbanismo.
O
primeiro convênio entre as instituições foi celebrado em outubro de 1999 (
BE
141). O sucesso dessa experiência de intercâmbio levou à renovação do acordo
em agosto de 2002 (
BE
527) como forma de dar continuidade à proveitosa discussão de questões comuns
em seminários realizados conjuntamente.
E pela terceira vez, no dia 1º
de junho último, o Irib, o MPRS e a Fundação Escola Superior do MPRS celebraram
a renovação da bem sucedida parceria, para a integração das atividades dos registradores
relacionadas às funções do Ministério Público na área de habitação e urbanismo,
especialmente no que se refere ao uso, ocupação e parcelamento do solo urbano.
 |
| Márcio Martinelli, Luciano de Faria Brasil, Luiz Fernando Calil de Freitas,
João Pedro Lamana Paiva, Cláudio Barros Silva, Roberto Bandeira Pereira, Sérgio
Jacomino, Armando Antônio Lotti, Patricia Ferraz e Karin Sohne Genz |
Participaram da solenidade de celebração do novo convênio, o procurador-geral
de Justiça Roberto Bandeira Pereira, o subprocurador-geral de Justiça para assuntos
administrativos, Cláudio Barros Silva, o subcorregedor-geral do Ministério Público,
Armando Antônio Lotti, o diretor da Fundação Escola Superior do Ministério Público,
Luiz Fernando Calil de Freitas, a coordenadora do CAO da Ordem Urbanística, Karin
Sohne Genz, o promotor de Justiça Luciano de Faria Brasil, o presidente do Irib
Sérgio Jacomino, a diretora de regularização fundiária do Irib, Patricia Ferraz,
e o diretor acadêmico do IRIB/ENR, João Pedro Lamana Paiva.
O doutor Armando
Antônio Lotti destacou que a cultura notarial e registral é bem aceita no Rio
Grande do Sul e que desde sua fundação, em 1983, a Escola Superior do Ministério
Público possui cadeira de registros públicos. Atualmente, o curso oferece 30 horas-aula
de direito notarial e registral.
Em entrevista ao
Boletim Eletrônico
IRIB, o doutor Lotti explicou que a renovação do convênio é fundamental para
o intercâmbio de informações entre as instituições convenentes. “Essa troca de
informações entre registradores e Ministério Público é extremamente salutar. Cada
parte, em seu segmento de atuação, terá oportunidade de aprimorar seus conhecimentos
nos eventos e seminários que serão realizados”.
Segundo o subcorregedor-geral
do Ministério Público, nem o MP e nem os registradores podem fechar-se em si mesmos.
“Não podemos ser herméticos, devemos compartilhar nossas experiências de processos
com outras instituições. O registro, por exemplo, é um desaguadouro no que se
refere às ações que envolvem direitos reais de moradia. Esse convênio certamente
possibilitará o aprimoramento da instituição Ministério Público, bem como o aperfeiçoamento
dos registradores.”
João Pedro Lamana Paiva definiu a renovação do convênio
como uma parceria que deu resultado e que vai continuar rendendo frutos para os
registradores e para os membros do Ministério Público. Segundo ele, essa terceira
renovação demonstra o respeito e a credibilidade que o Irib alcançou. “O Ministério
Público do Rio Grande do Sul confia no trabalho do Instituto de Registro Imobiliário
do Brasil porque acredita em nossa administração e também porque conhece a importância
da segurança jurídica da propriedade”.
Íntegra do convênio
IRIB
firma convênio com Escola Superior da Magistratura e Associação dos Juízes do
Rio Grande do Sul para a capacitação e atualização profissional dos integrantes
das entidadesO Instituto de Registro Imobiliário do Brasil, Irib,
a Escola Nacional de Registradores Imobiliários,– ENR, o Colégio Registral do
Rio Grande do Sul, o Colégio Notarial do Brasil, Seção do Rio Grande do Sul, o
Colégio Notarial do Brasil, Conselho Federal, a Associação dos Juízes do Rio Grande
do Sul, Ajuris, e a Escola Superior da Magistratura, departamento da Ajuris, celebraram,
no último dia 1º de junho, convênio que visa à interação de suas atividades.
O
convênio tem por objetivo conjugar esforços para a realização de eventos que visem
à difusão do conhecimento jurídico das áreas afins e sejam orientados para a capacitação
e atualização profissional dos integrantes das entidades conveniadas, bem como
de profissionais liberais da área do direito imobiliário e dos registros públicos.
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| Márcio Martinelli, João Pedro Lamana Paiva, João Figueiredo Ferreira,
Patricia Ferraz, Paulo de Tarso Vieira Sanseverino, José Flávio Bueno Fischer,
Sérgio Jacomino e Sergio Afonso Manica |
Participaram
da celebração do convênio o presidente do Irib Sérgio Jacomino e a diretora de
regularização fundiária do Instituto, Patricia Ferraz; o presidente do Conselho
Federal do Colégio Notarial do Brasil, José Flávio Bueno Fischer e o presidente
do ColNot-BR, seção RS, Sergio Afonso Manica; o presidente do Colégio Registral
do Rio Grande do Sul, Paulo Henrich; o diretor acadêmico da Escola Nacional de
Registradores Imobiliários, João Pedro Lamana Paiva; e o diretor da Escola Superior
da Magistratura, desembargador Paulo de Tarso Vieira Sanseverino.
O desembargador
Paulo de Tarso Vieira Sanseverino ressaltou a importância das parcerias com as
entidades de notas e registros. Segundo ele, a celebração de convênios com notários
e registradores favorece a proximidade entre essas atividades e o poder Judiciário.
Destacou, ainda, que a Escola Superior da Magistratura não visa apenas à preparação
de seus membros para a magistratura, mas também o aperfeiçoamento de juízes e
servidores
latu sensu, incluindo notários e registradores. “É importante
que se mantenha esse vínculo tendo em vista a ânsia de conhecimento e constante
aperfeiçoamento que notários e registradores possuem, desde os mais modestos e
novos profissionais até os mais antigos servidores”.
O diretor acadêmico
da Escola Nacional de Registradores Imobiliários, João Pedro Lamana Paiva, lembrou
que a Escola Superior da Magistratura é a primeira escola de juízes da América
Latina e paradigma em todo o país. Ressaltou que, além de formar profissionais
na área do direito, o convênio visa realizar cursos de extensão notarial e registral
dirigidos aos novos profissionais que ingressam na atividade por concurso público,
mas carecem de experiência e conhecimento administrativo necessários. Em parceria
com a Corregedoria-Geral de Justiça do Rio Grande do Sul poderão ser realizados
cursos rápidos para transmitir conhecimento empresarial sobre as atividades de
notas e registros.
O presidente do Irib Sérgio Jacomino observou que o
conhecimento teórico sobre as atividades notariais e registrais é importante,
mas a prática é essencial. “Não basta o profissional ter boa formação teórica,
ou que seja um bom jurista, é preciso que saiba lavrar e manejar de forma segura
instrumentos notariais e registrais, prática que não se aprende em escolas, ou
em cursos preparatórios para concursos públicos. O desafio é gigantesco, mas estimulante
porque acreditamos nesse diálogo interinstitucional“.
Representando o Colégio
Notarial do Brasil, seção do Rio Grande do Sul, Sergio Afonso Manica acrescentou
que a instituição vem retomando a idéia de aperfeiçoamento profissional do notário.
“Alguns profissionais conhecem bem a atividade, mas a prática é importante para
adequar a vontade das partes ao conteúdo jurídico, ensejando um instrumento notarial.
O Colégio Notarial do Rio Grande do Sul está preocupado em levar ao conhecimento
público essa arte notarial. Outra preocupação é conseguir que as universidades
brasileiras admitam esse direito específico como ciência autônoma e como parte
do currículo universitário, de modo que os profissionais do direito notarial e
registral ganhem respeito no país.
O presidente do Colégio Notarial do
Brasil José Flávio Bueno Fischer informou que já está sendo preparado curso de
treinamento empresarial para notários, em parceria com o Sebrae, que classifica
os profissionais do direito notarial e registral como micro e médio empresários
na área de prestação de serviços.
Fischer acredita que a preparação desses
profissionais é extremamente importante, uma vez que o artigo 22 da lei 8.935/94
menciona o gerenciamento administrativo e financeiro dos serviços como competência
exclusiva dos notários e registradores. No entanto, o profissional não é treinado
para essa função. Fischer concluiu dizendo que a parceria com a Escola Superior
da Magistratura vai possibilitar uma evolução e um marco relevantíssimo para a
categoria notarial e registral.
Finalmente, o diretor da Escola Superior
da Magistratura, desembargador Paulo de Tarso Vieira Sanseverino, afirmou que
a celebração do convênio com as entidades de notas e registros representa um grande
benefício para os profissionais de ambas as instituições, principalmente para
bacharéis de Direito que pretendem exercer a função, mas desconhecem os serviços
e a importância da atividade. “É uma oportunidade de aproximação do poder Judiciário,
já que a Escola Superior da Magistratura é integrante do Judiciário estadual.
Tenho certeza de que esse contato será bastante proveitoso para toda a comunidade
jurídica”.
Íntegra do convênio
Diretora
do IRIB participa de Encontro promovido pelo ColNot-BR em Porto AlegrePatricia
Ferraz profere palestra sobre regularização fundiária e fala sobre o
projeto de lei 3.057/00O Colégio Notarial do Brasil – Conselho
Federal realizou, no último dia 1º de junho, em Porto Alegre, RS, seu encontro
regional e o
IV Seminário sobre o Uso do Solo Urbano e Rural.
Os
eventos foram promovidos em parceria com o Ministério Público do Rio Grande do
Sul e com a Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul, Famurs,
a Fundação Estadual de Proteção Ambiental, Fepam, e o Colégio Notarial do Brasil
– seção RS.
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| Sérgio Jacomino, Sergio Afonso Manica, Patricia Ferraz, José Flávio Bueno
Fischer e João Pedro Lamana Paiva |
Convidada pelo presidente
do ColNot-BR José Flavio Bueno Fischer, a diretora do Irib, Patricia Ferraz, proferiu
palestra sobre irregularidade fundiária urbana e parcelamentos rurais, e apresentou
o
projeto de lei 3.057/00, que tramita na Câmara dos deputados.
O encontro
regional do ColNot-BR faz parte da proposta do presidente Fischer de descentralizar
a atuação da entidade, como forma de atrair e reunir os notários de cidades vizinhas
e de outros estados da Federação.
Os parcelamentos rurais irregulares vêm
crescendo acentuadamente no Estado do Rio Grande do Sul. Desde 1998 essa questão
vem sendo alvo de preocupação e debates entre as autoridades locais e diversos
segmentos da sociedade brasileira.
Segundo o presidente José Flavio Bueno
Fischer, além de discutir os aspectos da irregularidade fundiária, a proposta
do encontro é sensibilizar os agentes imobiliários para a necessidade de obediência
às leis de parcelamento do solo rural. “O encontro visa chamar a atenção das autoridades
públicas e de empreendedores imobiliários, mas principalmente de adquirentes de
imóveis parcelados, tendo em vista as freqüentes irregularidades em todo o Brasil,
especialmente nas regiões metropolitanas. Com o debate, buscamos a repercussão
do tema na imprensa para alertar o público sobre a questão”.